As Freguesias

jfvalença

  1. 1
    Padroeira
    Santa Maria dos Anjos
  2. 2
    Tradições festivais
    Senhor dos Esquecidos, Nossa Senhora da Conceição, Senhora do Carmo, Senhora da Saúde.
  3. 3
    População
    3430 habitantes.
  4. 4
    Setores Laborais
    Agricultura, Comércio, Hotelaria, Serviços, Pequenas Indústrias.
  5. 5
    Património Cultural e Aspetos Turísticos
    Zona Amuralhada, Porta da Coroada, Ponte Velha, Estação da CP, Pelourinho, Via Romana Braga-Tui, Igreja Matriz de Santo Estêvão, Igreja da Misericórdia, Capelas do Bom Jesus, de S. Sebastião e de Nossa Senhora da Saúde, Igreja de Santa Maria dos Anjos, Casa do Eirado, Capela do Senhor dos Esquecidos e de Nossa Senhora de Fátima (no Asilo), belezas ribeirinhas do rio Minho vistas panorâmicas observadas desde a zona do Castelo de Valença, parques ajardinados da zona envolvente às muralhas.
  6. 6
    Coletividades
    Basquete Clube de Valença, Clube de Caça e Pesca Contrasta, Coral Polifónico S. Teotónio, Judo Clube de Valença, Ronda Típica de S. Teotónio, Sport Clube Valenciano, União Columbófila Valenciana, Valença Hóquei Clube.
  7. 7
    Gastronomia
    Lampreia à minhota, Trutas Salmonadas à Rio Minho, Cabrito Assado à moda de Valença, Rojões à Ribeira Lima, Caldo-Verde.
  8. 8
    Heráldica da Freguesia
    Brasão:Escudo de prata, pano de muralha de púrpura aberto, lavrado e iluminado de ouro, posto em faixa e firmado nos flancos, entre flor-de-lis de azul, em chefe e uma barca de vermelho, realçada de negro, vogante num pé ondado de azul e prata de três tiras. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “FREGUESIA DE VALENÇA”.

Valença, a freguesia sede do concelho, ocupa uma área de cerca de 252 ha e é formada pelos seguintes lugares: Bogalheira, Boavista, Chorenta, Jardim, Raposeira, Seara, Urgeira, Medos, Lameiras, Antas, Costa da Ervilha, Ponte Seca, Cais, Lojas, Pombal, S. Sebastião, Val Flores, Cidade Nova, Santa Luzia, Mata Sete, Chancelaria e Formiga que se distribuem desde a zona mais histórica, a zona amuralhada, até às áreas mais rurais da vila . Valença contava em final de 1999 com cerca de 5000 habitantes o que contrasta com os censos de 1991 quando, os mesmos, apontavam para 2810 habitantes. Esse aumento populacional tem razão de ser face ao progresso observado no espaço de tempo que medeia as duas datas referidas, nesta que é a única freguesia da Vila de Valença, A sua padroeira é Santa Maria dos Anjos, também orago e nome de uma das duas paróquias que constituíram anteriormente a vila. A outra era a de Santo Estêvão.

Valença situa-se na região Norte, no distrito de Viana do Castelo. Faz fronteira com o concelho de Monção a Este, com o de Paredes de Coura a Sul e com o de Vila Nova de Cerveira a Oeste, sendo que estes três Concelhos fazem todos parte do Vale do Minho. A Norte, o Rio Minho separa estas terras das terras espanholas da vizinha Galiza. Mesmo em frente, bem a Norte, apresenta-se a comarca de Tui. A sua área aproximada é de 117 Km2 e compõem-se de 16 freguesias. A Praça Forte de Valença é uma das principais fortificações militares da Europa, com cerca de 5 km de perímetro amuralhado, sobranceira ao rio Minho, frente a Tui. Um espaço de convivência galaico-minhoto, comercial e turístico por excelência. Trata-se de uma obra de arquitectura militar gótica e barroca cujos primeiros muros foram construídos no século XIII e que actualmente possui um sistema abaluartado, tipo Vauban, edificado nos séculos XVII e XVIII.

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  1. 1
    Padroeira
    Santa Maria 
  2. 2
    Tradições festivais
    Pesca e Agricultura.
  3. 3
    População
    965 habitantes. 
  4. 4
    Festas e Romarias
     Senhora de Fátima e Senhora da Cabeça (segunda-feira após a Páscoa)
  5. 5
    Património Cultural e Aspetos Turísticos
    Igreja paroquial, Capela de Nossa Senhora da Cabeça, quintas de Santa Luzia e da Torre, Parque de Nossa Senhora da Cabeça, Ecopista, belezas ribeirinhas do Rio Minho.
  6. 6
    Coletividades
    Sociedade Recreativa Segadanense.
  7. 7
    Artesanato
    Alfaias para a pesca.
  8. 8
    Gastronomia
    Sável, Lampreia e Marmelada.
  9. 9
    Heráldica da Freguesia
    Brasão: Escudo de verde, um castelo de ouro, frestado e aberto de vermelho e lavrado de negro; em campanha, um barco de prata realçado de vermelho, com remos de prata, visto de proa e vogando sobre um pé ondado de prata e azul de três tiras. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “CRISTELO – COVO”.
    Bandeira: amarela. Cordão e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.

Freguesia eminentemente piscatória, Cristelo Covo remonta as suas origens a épocas anteriores à nacionalidade: o topónimo Segadães, de Sagatus (plural Sagatanes), de cariz germânico, será disso prova concludente. No século XIII esta paróquia pertencia ao couto de Valença, conforme o atestam as Inquirições de 1258. Situava-se onde hoje é a Coroada (zona intramuros num outeiro superior ao da antiga praça).

Distante três quilómetros da sede do concelho, a geografia de Cristelo Covo é composta pelos seguintes lugares: Casas Novas, Castanhal, Cidrões, Corgo, Covelos, Ervelho, Estrada, Fonte, Mira, Outeiro, Santa Luzia, Segadães, Seixosa, Senhora da Cabeça, Souto Magos, Troias e Veiga da Rua de Baixo. A sua área limítrofe confronta com as freguesias de Valença, Gandra, S. Pedro da Torre e Arão. ler mais…

O Lanço da Cruz é uma festa tradicional que decorre sempre na segunda-feira imediata ao fim de semana da Páscoa. Ao entardecer, depois da visita pascal, à freguesia de Cristelo Côvo, o pároco, devidamente paramentado e com uma cruz ornamentada, entra num barco e dirige-se até à margem espanhola onde dá a cruz a beijar aos paroquianos da outra margem. Durante esse período são lançadas, pelos pescadores de Cristelo Côvo, as redes benzidas ao rio. Todo o peixe que sair no lance é para o pároco. Entretanto com o pároco português regressa no barco o pároco da paróquia galega de Sobrado – Torron, concelho de Tui, dando a cruz a beijar aos peregrinos que aguardam junto ao rio, na margem portuguesa. Várias embarcações portuguesas e galegas acompanham este compasso pascal nas águas do Minho.

Parque Natural da Senhora da Cabeça

Localizado na freguesia de Cristelo Côvo, onde se realiza a tradicional romaria da Senhora da Cabeça, o parque com o mesmo nome é um lugar reservado ao bem-estar e ao recreio, o local certo para marcar ponto de encontro para dois dedos de conversa ou para a realização de piqueniques. A proximidade com o rio, onde existem 2 marinas – uma para embarcações de recreio, outra para barcos tradicionais – potencia ainda a realização de desportos náuticos, com destaque para a pesca desportiva, o remo e a canoagem. A natureza é uma companhia constante, graças à existência de várias espécies de vegetação como o chorão, choupo negro, carvalho, castanheiro, juncos, silvas, tamujos, aveleira, loureiro, madressilva, roseira brava e os jarros bravos, entre muitas outras. Usufrua destes encantos, percorrendo a pé, de patins ou bicicleta a marginal ali existente.

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  1. 1
    Área
    2.59 Km2 
  2. 2
    Orago
    Divino Salvador.
  3. 3
    População
    758 habitantes. 
  4. 4
    Festas e Romarias
    Senhor da Boa Morte, Divino Salvador e Senhor do Alívio.
  5. 5
    Património Cultural e Edificado
    Igreja Paroquial (Sec.XII), capelas do Senhor do Alívio e da Boa Sorte.
  6. 6
    Coletividades
    Comissão de Festas do Divino Salvador de Arão. Arão nome de raiz germânica, resultado da evolução do nome “Ara”, chamou-se também S. Salvador de Vilar de Lamas.
  7. 7
    Heráldica da Freguesia
    Brasão: escudo de negro, com um relógio de sol de prata, com o ponteiro de ouro, entre dois pés de vinha de prata, folhados do mesmo, frutados de ouro e realçados de negro; campanha ondada de prata e azul de três tiras. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ARÃO – VALENÇA”.
    Bandeira: amarela. Cordão e borlas de ouro e negro. Haste e lança de ouro.

A freguesia aparece já identificada no sec. XII e a antiguidade comprova-se pela designação dos lugares: Agrolento, que vem do arcaico Argo e do adjectivo lento; Eirado virá de “heerado” campo de heras; Arrequeixo, do arcaico “erequeixo”, o que pode significar talvez terreno despejado de águas ou de pousio; Senra, presume-se que venha de prédio rústico; e Vilar de Lamas, composto de “villar” (núcleo de povoamento ou fracção de “villa rústica”) e “lama” (parece que deveria ser outro prédio medieval, “alagadiço ou alagado”) – este com alguma importância, por se tratar do seu nome antigo. ler mais…

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